Durante a Gravidez

A cerclagem: check!

14 de novembro de 2013

Como já contei aqui no blog, na gravidez da Manuela descobri que tinha um problema no útero, que exigiu que eu fizesse uma cirurgia de emergência e ficasse de repouso absoluto a partir da 25ª semana de gestação. A Manuela acabou nascendo de 33 semanas e eu fui avisada que numa futura gravidez eu precisaria repetir essa cirurgia – mas desta vez no tempo certo, entre 13 e 18 semanas.

Então, fizemos na semana passada a cerclagem. O procedimento é indicado para situações específicas em que o cólo do útero pode não “aguentar” a gestação inteira e abrir antes do tempo. O meu estava ok, mas devido a meu histórico, o médico achou melhor fazermos.

A anestesia é raquidiana (cintura para baixo) e o procedimento é feito sem corte, via vaginal mesmo. O médico literalmente costura o cólo do útero para mantê-lo fechado.

Eu ODEIO anestesia – tanto tomá-la quanto o período de recuperação após a cirurgia – então, por isso, o procedimento foi ruim. Além disso, o anestesista não quis me dar sedação, então fiquei acordada o tempo todo.

Tirando isso, foi tudo tranquilo – e super rápido -, como deveria ser. O médico me deixou três dias no hospital (da outra vez eu saí no dia seguinte) e me pediu 15 dias de repouso. Mas nada de desespero como foi da outra vez. Posso caminhar com moderação, ficar sentada e, em caso de necessidade, até dirigir um pouquinho. Depois, a previsão é que ele me libere geral, inclusive para minha hidroginástica.

Para quem tem dúvidas sobre o parto após a cerclagem: não, você não é obrigada a fazer cesárea. Se você quiser fazer parto normal – ou aguardar os primeiros sinais do parto (contrações ou bolsa romper) para fazer a cesárea -, o médico irá retirar os pontos da cerclagem ao completarem as 37 semanas de gestação para então aguardar como a gravidez irá evoluir. Se você for fazer cesárea, daí é melhor aguardar para retirar os pontos junto com o parto.

Outros detalhes:
– Nos primeiros dias após a cerclagem é comum haver pequenos sangramentos (atenção, pequenos!). Depois disso, deve-se ficar atenta se eles persistirem.
– A cólica também é comum no início, afinal, eles mexeram no seu útero. Mas também não pode ser permanente.
– O médico me indicou (como na outra vez) medicação hormonal com o objetivo de evitar a contração uterina e o trabalho de parto prematuro.
– Infelizmente, nesses 15 dias o médico proibiu as relações sexuais. Triste, mas verdade, porque o orgasmo estimula a contração uterina.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 8 anos, e Ana Júlia, 3 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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