Sobre Filhos

Do berço para a cama: como foi a transição aqui em casa

10 de novembro de 2015

Há quase um mês decidi que tiraria a Ana Júlia do berço e a levaria para a mini-cama. Tomamos essa decisão neste momento por vários motivos e muita gente me pergunta: quando mudar o bebê para a cama? A Manuela, irmã de seis anos, começou a reclamar novamente de dormir sozinha. Diz que tem medo etc e tal. Num dia, eu disse que colocaria o seu colchão no quarto da Ana – com o intuito de que ela me deixasse dormir em paz, rs – e ela curtiu a ideia. Ficou dormindo no chão do quarto dela por uma semana e então decidimos fazer a transição.

Já que teríamos que mudar todo o quarto, resolvi já tirar a Juju do berço. O berço que eu comprei vira mini-cama (falei dele aqui), então foi só fazer a montagem. De um lado, ficou o quarto de dormir. E no outro, os guarda-roupas e os brinquedos. E eu estou AMANDO essa mudança. Isso tem me ajudado muito na organização dos brinquedos.

Eu nunca quis que as meninas dividissem o quarto porque eu sempre dividi com as minhas irmãs e odiava. Mas, como acabou sendo uma ideia da Manuela (com um “leve” incentivo meu), acho que pode funcionar, pelo menos por um tempo. Talvez em alguns anos elas queiram separar de volta e daí retornamos à configuração original.

Cantinho do quarto de brincar

Cantinho do quarto de brincar

Para quem está pensando em fazer essa mudança, alguns pontos a avaliar:

Idade: acho que não há uma idade certa para essa transição. O importante é avaliar a necessidade da família e o desenvolvimento do bebê. Por exemplo: mesmo com o colchão do berço o mais baixo possível, a criança corre o risco de conseguir sair sozinha (correndo risco de se machucar)? Se ela estiver numa mini-cama, ela já sabe descer sozinha? A Juju está com 1 ano e meio. Com a Manuela, ela foi para a caminha quando estava com dois anos, mais ou menos.

Autonomia: em geral, o bebê não desce sozinho da mini-cama no início. Isso porque está condicionado ao berço. É lindo! Mas uma hora muda. Por isso, esteja preparado para dar esta autonomia ao bebê. Aqui em casa, tive que fazer uma limpa para que nada proibido ficasse ao alcance da Ana Júlia.

Móvel adequado: É preciso ter certeza que o móvel para qual o bebê vai é seguro e adequado para a idade. Dependendo do tamanho, a criança até pode ir para uma cama de solteiro normal. Outras vezes, é melhor colocar um colchão no chão. No meu caso, gosto bastante da caminha da Juju. Tem aquela lateral para proteger e, por enquanto, coloco travesseiros no chão, caso ela queira se jogar no meio da madrugada.

Dificuldade de adaptação: pode ser que o bebê tenha dificuldades para dormir nas primeiras noites. A Ana, que já dormia bem fazia muito tempo, teve dificuldades para pegar no sono no início. Acho que o maior problema foi que, além de mudar do berço para a cama, precisei mudar o lugar que ela dormia. A cama da Manuela (por questão de tamanho do quarto) ficou no lugar do berço e a caminha da Juju foi para o outro canto. Isso também dificultou. Felizmente, em uma semana tudo normalizou.

Apesar de a Ana já estar pegando no sono mais rapidamente agora, eu tenho sofrido com a questão da divisão do quarto porque ela de vez em quando acorda de madrugada e eu fico desesperada para ela não acordar a Manuela. Tivemos uma semana em que ela estava fazendo muito escândalo à noite. Tanto que até a Manu estava passando os dias sonolenta. Este ainda tem sido um ponto de preocupação nesta questão das duas dormirem juntas. Mas espero que logo tudo normalize.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 8 anos, e Ana Júlia, 3 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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