Para Mães e Pais birra

Amor contra a birra

25 de abril de 2019

Fui dar uma olhada novamente no livro “Já tentei de tudo!”, da Isabelle Filliozat (Editora Sextante) para atualizar uma palestra que vou dar sobre birra no mês que vem. Como acabar com a birra é um dos desespero dos pais, né? Logo nas primeiras páginas, vi a história dessa minha semana.

Segunda e terça foram dias extremamente desafiadores aqui em casa! Ana Júlia estava com um comportamento fora do sério. Coloquei em prática todas as minhas estratégias possíveis e imagináveis para manter a paz, a paciência e controlar as crises nervosas. Mas não deram certo! Houve choro e ranger de dentes.

Na terça à noite, depois de GRAÇAS A DEUS ela dormir (sério, dei graças a Deus que a noite chegou), fui para o computador terminar um projeto. Faz uma três semanas mais ou menos que esse projeto tem tomado MUITO do meu tempo. E para dar conta, precisei trabalhar em horários que normalmente estou com as meninas.

Foi na terça, na hora que estava finalizando o trabalho, que fiz essa conexão: meu excesso de trabalho e o comportamento ruim da Ana Júlia.

Ela estava se sentindo mal de alguma maneira, ela estava com seu “tanque de afeto” não tão cheio, ela estava com o coração carente… Ela não fez aquelas cenas para chamar minha atenção propositadamente, mas como uma consequência (inconsciente) do que estava sentindo com a minha “ausência”.

Ainda que eu passe bastante tempo com as meninas, estava faltando o tempo de qualidade, aqueles momentos de brincadeira e risada que abasteçam o tanque de amor das minhas filhas.

Ao pegar o livro hoje, me deparei com a explicação científica da situação! A boa notícia é que oferecer tempo de qualidade, carinho e palavras de amor ajuda a manter a criança emocionalmente sadia.

Birras podem acontecem? Sim. Mas por outros motivos. Com o tanque de afeto bem cheio, as cenas tendem a diminuir e as crianças são muito mais cooperativas.

Ah, só não esqueça que, assim como levou um tempo para esvaziar, pode demorar um pouco para encher. Aqui ainda estamos trabalhando. Houve uma melhora absurdamente significativa, mas não chegamos ao 100%.

A autora do livro afirma “Dedicar 10 minutos que sejam, por dia, de total disponibilidade ao seu filho, para lhe dar afeto e carinho, é a garantia de noites mais tranquilas!”

acabar com a birra

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 9 anos, e Ana Júlia, 4 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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