Lá em Casa

Até quando?

15 de maio de 2013

Comentei em outro post, como a Manuela andava desatenta na escola. Depois da professora me passar o problema, comecei a tentar resolvê-lo e percebi como a vida era mais fácil quando ela era mais nova. Que saudade do tempo em que minhas preocupações eram ensiná-la a fazer xixi no vaso ou tirar a chupeta.

Eu sei que quando nossos filhos são bebês temos bastantes desafios, mas convenhamos: uma hora a criança vai começar a fazer xixi no banheiro, dormir a noite inteira e parar de tomar mamadeira. Seja na idade que você planejou ou mais tarde, isso vai acontecer e parece natural.

Mas, depois, precisamos ensinar atitudes para nossos filhos que eles podem não reproduzir, mas que vão interferir em toda a vida deles, da infância à velhice. Um exemplo é a questão da escola. A Manuela precisa prestar atenção e precisa gostar da escola. Se ela aprender isso já, a vida escolar dela será muito mais fácil. Ela pode até não aprender agora, mas quando estiver no terceirão e quiser entrar numa boa faculdade, vai ter que correr atrás do prejuízo! Melhor que aprenda já!

E os exemplos são muitos: comer de boca fechada, não soltar pum em local público, não apontar para as pessoas na rua e muito mais! A pergunta que me faço é: até quando?

Até quando vou ter que falar para a Manuela prestar atenção na professora?
Até quando vou repetir que ela precisa dizer “por favor” e “obrigada”?
Até quando vou precisar dizer que não se fala de boca cheia?
E assim por diante.

Um dia vai ter fim? Essa é minha esperança. Por dois motivos: 1) porque cansa! rs e 2) porque quero que a Manuela seja uma pessoa fantástica – não para mim, mas para o mundo e as pessoas que a cercam. Porque sei que enquanto ela plantar boas coisas, ela irá receber de volta!

Uma coisa vocês podem ter certeza: por mais que canse, a gente não pode se deixar abater, né? Esse domingo, apareceu no Fantástico aquele caso bizarro do aluno que bateu na professora e a mãe – apesar de o vídeo mostrar o absurdo que foi – disse que foi a docente que agrediu o filho dela. Com uma indignação no coração, eu acredito que toda mãe deveria se comprometer a sempre batalhar e trabalhar para criar a melhor pessoa que seu filho puder ser, por nós, por eles, pela sociedade!

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

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