Durante a Gravidez conselhos para gestantes

Cadê minha barriga?

8 de junho de 2010

Há umas duas semanas, recebi a notícia de que uma amiga minha que não vejo há algum tempo está grávida! Fiquei muito feliz por ela, sei que ela vai ser uma ótima mãe, além de ter certeza de que o neném vai ser lindo!

Mas eu tenho que confessar que fiquei com uma pontinha de inveja. Não a inveja no sentido literal… Mas uma vontadinha de estar grávida de novo. Hoje, eu nem queria ficar grávida novamente, mas acho que toda mulher que já teve filhos entende esse sentimento controverso.

A verdade é que estar grávida é uma delícia sem fim, principalmente para as mamães de primeira viagem. A gente vive muitas novidades e até as coisas ruins – enjoos, azias, xixis a toda hora – são especiais porque tudo está relacionado a esse incrível serzinho que está crescendo na sua barriga e já mudou a sua história!

Além disso, as pessoas sabem que você está grávida! Vou tentar explicar de uma forma que pareça o menos egoísta possível. Quando você está com aquele barrigão, até mesmo os estranhos na rua olham para você e sorriem, ou mostram algum tipo de conexão, empatia (além de darem a preferência nas filas).

Depois que o bebê nasce, você sabe que essas mesmas pessoas também mostrariam essa mesma simpatia se vissem aquele recém-nascido em seus braços. Mas daí você sai sem ele e torna-se mais um na multidão. Ninguém sabe que você tem um lindo neném de dez dias te esperando em casa, você é só mais uma mulher barrigudinha na fila do mercado…

Logo após o nascimento da Manuela, esse sentimento até me levou a começar um post homônimo a esse, mas a falta de tempo não permitiu que eu o levasse adiante. Hoje, é mais uma brincadeira do que um sentimento sério.

Olho para as grávidas e fico lembrando com melancolia os meus dias de barrigão. Quando vejo um recém-nascido, tenho vontade de pegar no colo só para curtir de novo um neném que fica quietinho nos braços. Mas ao mesmo tempo, quando vejo as filhas de minha amiga que são um ano mais velha que a Manuela, fico pensando ansiosa quanto ainda vai demorar para chegar essa fase em que ela entende tudo de forma impressionante!

A verdade é que precisamos – pelo menos, eu preciso – aprender a curtir cada fase para que, pensando no ontem ou no amanhã, não deixemos o hoje passar, com todas as suas riquezas e maravilhas.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 9 anos, e Ana Júlia, 4 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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