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Para Mães e Pais mãe mártir mãe cansada

Mãe mártir: Você não precisa ser essa pessoa

8 de novembro de 2021

Existe um limite – talvez tênue para alguns, mas muito real – entre aceitar com contentamento situações que não podemos mudar da fase em que vivemos e viver de maneira resignada e passiva a nossa própria vida.

O exemplo do sono (que eu falei ontem no post “parece que você nunca mais vai dormir”) mostra bem o que estou falando.

Acordar de madrugada para atender um bebê pequeno que precisa mamar ou levantar em uma noite de pesadelo do filho são situações intrínsecas à maternidade sobre as quais dificilmente teremos qualquer tipo de controle.

Mas passar anos (sério, as pessoas relatam anos!) com seu filho acordando várias vezes à noite, todos os dias, não é normal.

Porém, essa mãe exausta com uma situação atípica da maternidade vê as pessoas defendendo esse desgaste sobre-humano como um sacrifício materno a ser aceitado (quando já existe tanta forma respeitosa e importante de ajudar uma criança a dormir melhor).

Esse é só um exemplo (porque foi o citado no post de ontem), mas a situação se aplica a inúmeros contextos.

Mãe não é mártir!
Mãe sofre, se doa, faz mais do que pode… mas não precisa aceitar o que se pode mudar.

Fica a lição de Maya Angelou: “Se não gosta de alguma coisa, mude-a. Se não puder mudá-la, mude a sua atitude.”

O contentamento, a gratidão, o novo olhar são necessários em todo o tempo. Mas isso não significa sofrer por algo que está ao nosso alcance mudar!

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 12 anos, e Ana Júlia, 7 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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