Lá em Casa quase se enforcou

Minha filha quase se enforcou brincando ao meu lado

24 de janeiro de 2018

Queria que o título deste post fosse menos dramático e alarmante, mas a situação é tão séria que acho mais importante alertar, mesmo que soe sensacionalista. Sim, minha filha quase se enforcou ao meu lado.

A Ana Júlia, 3 anos e 9 meses, estava brincando ao meu lado no ático de casa. Isso é a coisa mais comum do mundo, já que lá ficam alguns brinquedos e o meu home office, para que eu possa trabalhar de casa.

Eu escrevia, fazia algumas artes, trabalha e ela brincava feliz da vida. Encontrou um novelo de lã e começou a brincar de uma infinidade de coisas. Até que uma hora, ela falou algo sobre “meu pescoço, meu cachecol”.

Na hora, olhei para ela e disse: não pode enrolar no pescoço. E ela falou, com a voz engasgada, NÃO..CONSIGO..TIRAR! Ela já tinha dado três voltas no pescoço e, na tentativa de tirar, puxou de um lado e apertou ainda mais. Ela quase se enforcou de verdade!

Corri, comecei a desenrolar e achei que precisaria cortar com a tesoura, mas não foi necessário.

Abaixei na altura dela e expliquei que ela não poderia colocar nada no pescoço, nunca! Mas eu já tinha falado isso para ela há cerca de duas semanas.

Eu estava ali, mas ela poderia estar brincando sozinha, eu poderia ter descido para o banheiro e outros mil cenários diferentes que poderiam ter um final mais trágico.

Moral da história 1:  não é porque você já falou para a criança não fazer algo que ela estará imune a cometer o erro.

Moral da história 2: não deixe ao alcance das crianças nada que possa causar acidentes. Elas têm uma imaginação impressionante! Um novelo de lã virou um cachecol do mal. Cordas, fitas, alças, sacolas, tesouras, já ouvi relatos de enforcamento na cordinha da persiana!

Moral da história 3: todo cuidado é pouco. Ouça seu filho, olhe para ele, preste atenção. A casa está em silêncio? Procure saber o que está acontecendo!

Graças a Deus, a minha história teve um final feliz. Por isso, preciso alarmar do que negligenciar um alerta tão importante.

 

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 9 anos, e Ana Júlia, 4 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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