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O caminho difícil da paciência

4 de janeiro de 2020

O caminho da paciência é sempre o mais difícil. Eu sei!

É muito mais fácil dar um grito, mais rápido dar um “pé no ouvido”, mais impactante colocar um castigo arbitrário que dá na telha.

Mas é educativo? Instrutivo? Corretivo?

Sempre lembro da escola em que eu estudava. A gente não tinha prova, apenas uma avaliação na qual podíamos consultar nosso caderno e até mesmo tirar dúvidas com os professores.

Era ótimo. Porque, como eu tinha a oportunidade de responder certo, eu consultava para acertar. Eu podia chamar minha professora e ela me ajudava a entender o enunciado da questão e como desenvolver meu raciocínio.

Numa prova sem consulta, eu precisaria, na falta de algum conhecimento específico, chutar a resposta. Agora minha pergunta para você: quantas vezes você pegou uma prova e foi tentar entender o conteúdo das questões que errou? Foi buscar aprender o que fez errado?

Se não for uma ação do próprio professor ou dos pais, nossa tendência como alunos é aceitar os erros e nunca mais se importar com as questões.

Reagir por impulso na educação de filhos é como dar uma nota zero numa prova. A criança dificilmente terá o interesse em buscar entender o erro que cometeu, aquilo que precisa corrigir, os comportamentos adequados para se ter consigo própria e com os outros.

Como pais, precisamos ser intencionais na educação, dando à criança a oportunidade de entender seu erro e compreender qual é o caminho correto. É usar cada dúvida e cada tropeço para educar.

É mais fácil gritar com os filhos? É mais rápido perder a paciência? Com certeza! Mas cada vez que você escolhe esse caminho mais fácil, está correndo o risco de ter que gritar mais uma vez, se estressar novamente e ver seus filhos cometendo os mesmos erros – simplesmente porque não teve nenhum professor que sentou com ele para explicar como agir naquela questão.

Todo dia eu decido ser uma boa professora ❤️

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

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