Durante a Gravidez

Ouça todos os conselhos, ignore quantos quiser!

22 de janeiro de 2010

Existe um provérbio bíblico que diz: “Na multidão de conselheiros, há sabedoria” e, realmente, é verdade! Quando ouvimos diversos conselhos e opiniões, podemos formular melhor a nossa decisão. Mas preste atenção: é NOSSA decisão!

Toda gestante – principalmente as jovens – e mães – em especial, as de primeira viagem – recebem mil e um conselhos. Muitos são baseados em mitos e superstições, como aquele sobre tomar cerveja preta para engrossar o leite… Outras, entretanto, são baseadas nas experiências desses “conselheiros” que querem, realmente, nos ajudar a vencer alguns desafios da maternidade.

Só que, se formos levar em consideração tudo o que ouvimos durante a gestação e os primeiros anos da criança, ficamos completamente malucas! Isso porque cada um fala uma coisa e, pior, muitas delas contradizem o que aprendemos por meio das nossas leituras e consultas médicas.

Acho que em texto anterior, eu comentei que, logo que a Manuela nasceu, minha mãe vivia falando para eu enchê-la de roupa. Tanto que, na primeira consulta com o pediatra, ela estava de malhinha e tiptop comprido e nós, de regata. Graças a Deus, ele falou que não era necessário na frente dela e a neura diminuiu um pouco, mesmo que não tenha acabado completamente!

Foi naquele momento que eu aprendi qual seria o primeiro desafio da maternidade: dizer NÃO! Mesmo que seja a alguém que você ama muito, como sua mãe, por exemplo!

Isso porque, eu já tinha lido e sabia como “medir” o frio do neném. Mas mesmo assim me deixei levar pela pressão de quem “já tem experiência”. Só que como a própria definição já diz, experiência é algo que você aprende pela prática. Entretanto, cada um vive de uma forma, não?

Mais do que simplesmente dizer “não”, meu conselho sobre os conselhos (profundo!) é que você saiba avaliá-los. Para não ofender a ninguém, ouça todos aqueles que quiserem te dar opinião, mas deixe claro que você vai pensar sobre o que a pessoa te falou e levar em consideração na hora de tomar a sua decisão. Mas volto a frisar: a decisão é sua!

Apesar de muitas vezes ter dito “não” a minha mãe; muitas outras vezes, os conselhos delas foram os melhores que podia receber. Inclusive, já tive que dar o braço a torcer e admitir que algo que ela falou e eu ignorei foi, de fato, o melhor para a Manuela!

Além da família (ajuda sempre presente), outras boas conselheiras são as minhas amigas mães, aquelas que têm uma idade próxima à minha e tiveram filhos recentemente. Normalmente, compartilhamos das mesmas dúvidas e a solução que uma achou pode ajudar a outra!

Vale a observação: na dúvida e nos assuntos que remetem à saúde, a opinião médica deve sempre ser consultada.

No geral, fica a dica:
Se você achar que um conselho é interessante, use-o! Sem culpa ou peso na consciência…
Se achar que não vale a pena, agradeça e ignore! Sem culpa ou peso na consciência…
Acima de tudo, deixe que a sua consciência te ajude a tomar a decisão… E se você errar, tente vencer o “gene de culpa” e relaxe, afinal você é humana também.

Ah, esse post é só um conselho. Se quiser, ignore-o completamente!!

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 9 anos, e Ana Júlia, 4 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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