Lá em Casa mãe infeliz

Um dia daqueles

25 de março de 2014

Hoje a manhã foi uma daquelas difíceis para as mães que trabalham fora. Dormi meio mal esta noite (comum nessa altura da gravidez) e acordei mais tarde que o comum. Como é um dia que a Manuela só vai para a escola à tarde, eu já saio do quarto completamente pronta, só para pegar meu café e ir embora.

Quando cheguei na sala, fui dar um beijo na Manuela e ela ma abraçou e pediu: “Mamãe, fica um pouco comigo? Não quero que você saia correndo para o escritório” (coração partido #1). Daí, eu troquei a roupa dela, fiz um prato de morangos para ela comer e preparei as coisas para ela escovar os dentes.

Fui dar tchau e ela fez uma cara de choro (coração partido #2). Eu disse que voltaria logo e que não era para ela ficar triste e ela emendou: “é que eu gosto muito de ficar com você” (coração partido #3).

Eu disse para ela que de noite, nós ficaríamos juntas e ela respondeu: “é que eu quero brincar com você e de noite você vai querer descansar” (coração partido #4). Foi muito triste. Porque é verdade. Nessa altura da gravidez, eu chego em casa no final da tarde com a barriga muito dolorida de passar o dia inteiro sentada e preciso deitar para aliviar. A Manuela sente como se eu não pudesse fazer as coisas com ela.

Então eu peguntei do que ela ia querer brincar quando a gente chegasse da escola e ela disse “dominó” (ainda bem que não foi jogar bola, rs). Com o coração partido e saindo para trabalhar, deixamos marcada a nossa brincadeira da noite, que felizmente eu posso jogar deitada…

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

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