Durante a Gravidez

“Você vai ver quando nascer” e outras bizarrices que as pessoas falam para as grávidas

22 de janeiro de 2014

“Aproveita para dormir agora porque depois…”. Que atire a primeira pedra a gestante que nunca ouviu essa frase. Tem gente que parece que veio ao mundo com a missão de desanimar as pessoas em seus planos. E as gestantes parecem ter um imã para esse tipo de gente.

Além do “aproveita para dormir agora”, também tem o “já calculou o quanto vai gastar em fralda?”, “você estava indo tão bem no seu trabalho e vai sair agora?”, “já apareceram as estrias?”, “qualquer tipo de parto dói”, “corta o cabelo agora porque não vai ter tempo de arrumar depois”, “sabe que é difícil amamentar, né”… É uma infinidade de baboseira que eu podia escrever vários posts sobre isso e tenho certeza que você tem vários para acrescentar.

Não estou dizendo que algumas dessas coisas não sejam verdade. De fato, dormimos menos depois que o bebê nasce, muita gestante tem estria e a amamentação pode ser bastante difícil, mas se a grávida não perguntou a sua opinião ou seu conselho, limite-se a motivar e lembrar das coisas boas da maternidade. É tanto amor, que supera qualquer dor, gasto ou cansaço. Quem é mãe sabe, mas parece que esquece às vezes.

Acredito que toda gestante – principalmente de primeira viagem – deve sim trocar experiências com mulheres mais experientes, mas via de regra, são no máximo meia dúzia de pessoas. A chance de você ser uma dessas pessoas é pequena, então, ressalte as coisas lindas que a maternidade faz pelas mulheres e as coisas boas que ela irá encontrar. Ela vai descobrir as ruins também, no momento certo!

Eu estou numa fase em que as pessoas sempre me perguntam como a Manuela (5 anos) está lidando com a chegada da irmazinha. Sempre conto que ela está bastante animada, diz que está ansiosa para que nasça logo, quer ajudar em tudo. Claro que, de vez em quando, ela tem um pouco de insegurança quanto a atenção que vai receber, mas buscamos conversar e demonstrar que nosso amor por ela não vai mudar. Mas sempre tem alguém para falar: “você vai ver quando nascer. Pode esperar o ciúmes. Ajudar? Que nada”. Sério, minha vontade é responder de modo nada educado, mas então respiro fundo e me lembro dos pinguins de Madagascar: “só sorria e acene!”.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 8 anos, e Ana Júlia, 3 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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