Durante a Gravidez exames no fim da gravidez

Exames no fim da gravidez

21 de abril de 2014

Estamos no último mês de gravidez – corram para as colinas!!! – e meu médico pediu uma série de exames:

Exames no fim da gravidez

Curva glicêmica (Curva gestante)

Na última bateria de exames de sangue, ele me pediu aquela horrorosa curva glicêmica – você fica duas horas no laboratório, faz uma coleta em jejum, toma uma garrafinha de glicose (blé) e tira novamente o sangue uma hora e duas horas depois.

Ficar lá, sem fazer nada, depois de 10 a 12 horas de jejum, com o acesso venoso no braço é muito chato. Mas o pior é tomar a tal da glicose. Eu tinha certeza que iria vomitar, mas graças a Deus (graças mesmo), deu tudo certo. Você pode tomar ela gelada com gosto de limão, o que minimiza o desconforto do momento.

Até aí, tudo bem! Eu fiz esse exame no feriado de carnaval. Só que um dos resultados deu alterado (pouco, mas deu) e o meu médico pediu para eu repetir o teste e, mais, fazer com três horas!! Sob protestos, eu fui, pois não tinha outra saída. Cheguei 6h30 no laboratório e a atendente disse que minha requisição não tinha nenhuma especificação de tempo, então teria que repetir o exame de duas horas. Enfim, eu fiz novamente e deu tudo certo.

O teste de curva glicêmica serve para diagnosticar ao diabetes gestacional, um problema que se desenvolve no terceiro trimestre da gravidez e que aumenta a possibilidade de parto prematuro, pode levar ao aumento de pressão sanguínea, entre outros riscos para mãe e bebê.

Secreção vaginal (blé)

Outro exame que fizemos na última consulta foi o de secreção vaginal, que é coletada pelo ginecologista e levada ao laboratório. O objetivo é diagnosticar a presença de infecções e bactérias que podem levar ao trabalho de parto prematuro ou que possam contaminar o bebê na hora do nascimento.

Desconfortável, mas nada que nós, mulheres, já não estejamos acostumadas em nossas consultas ginecológicas anuais!

Cardiotocografia

A cardiotocografia foi outro exame solicitado. Eu nunca tinha ouvido falar dele, mas – segundo o meu médico – é porque eu não cheguei nessa fase na última gestação (Manuela nasceu de 33 semanas). O teste, que fiz na própria maternidade, dura cerca de 15 minutos e serve para “medir” a vitalidade do bebê, registrando os batimentos cardíacos e movimentos.

Segundo o obstetra, vou fazer esse exame semanalmente até o final da gravidez. E confesso que fiquei feliz, pois é uma segurança a mais de que tudo está bem nestes últimos momentos.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

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