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Sobre Filhos

Filhos admiráveis ou desagradáveis?

18 de novembro de 2020

Outro dia, tive o prazer de ler um texto de Jordan B. Peterson que dizia: “Não deixe que seus filhos façam algo que faça você deixar de gostar deles”.

Amamos nossos filhos e continuarem a amar. Mas, quando eles são grosseiros, desrespeitoso ou mesmo indisciplinados com tarefas e rotinas, suas atitudes recorrentes nos fazem “deixar de gostar deles”. Quando falamos deixar de gostar, repito, não é deixar de amar, mas é deixar de ter prazer em estar com eles e viver o cotidiano. Parece sempre uma luta, uma obrigação, um fardo.

Você gosta de estar com uma criança que grita por tudo? Que interrompe as conversas dos adultos sem a menor preocupação? Você gosta de passar horas para fazer seu filho dormir todas as noites? Ou aguentar tapa no rosto ou puxão de cabelo? Entre tantas outras situações..

Precisamos educar nossos filhos e ajudá-los a eliminar atitudes que os tornam pessoas desagradáveis (lembrando que, se nós achamos desagradáveis, imagine como se sentem aqueles que não são os pai e a mãe).

Lembra daquele post NÃO CRIE FILHOS CHATOS?

Crianças admiráveis, disciplinadas, respeitosas, atenciosas, que ouvem quando são corrigidas, solícitas, com um coração inclinado a seguir ordens e se preocupam com os outros são companhia agradável para qualquer pessoa e tornam a vida de pai e mãe mais feliz e agradável (não, maternidade não precisa ser sofrimento).

Crianças não nascem assim, eu sei. Mas sei também que elas devem ser orientadas e ensinadas. Não só para nossa alegria, mas principalmente pelo bem delas.

Aí entra o trabalho diário de educar, corrigir, não deixar passar batido comportamentos inadequados, entender que faixa etária não é desculpa para aceitar tudo, mas exige diferentes abordagens e também compreensões paternas. Enfim, o trabalho de pai e mãe!

Hoje, eu estava pensando o quanto tem sido agradável estar com as minhas filhas nesses dias. O quão admiráveis elas têm se tornado. E o quanto tem valido a pena a dedicação diária de ensinar e educar.

Ninguém é perfeito, o trabalho ainda não está terminado, mas já vamos vendo os frutos (e usufruindo deles dentro de casa).

Como era de se esperar, muitos comentários contrários a esse texto chegaram lá nas redes sociais. Segue um post complementar.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 11 anos, e Ana Júlia, 6 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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