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Para Mães e Pais

Palavras amáveis ou palavras duras?

9 de outubro de 2020

Palavras amáveis e palavras duras demoram o mesmo tempo para serem proferidas, mas têm resultados muito diferentes.

Palavras amáveis são ouvidas

Demonstram afeto, mesmo em momentos de crise. Afinal, o amor não deveria mudar pelas circunstâncias.

– São expressão de paciência e autocontrole.

– Acalmam uma pessoa irada (lembra sobre a gente ser extintor ou combustível?)

– Educam, instruem e são mais eficazes em obter a cooperação do outro.

– Conectam-se ao coração.

Palavras duras são ensurdecedoras

– Assustam o outro, levando o cérebro a liberar o cortisol (hormônio do estresse) o que dificulta a compreensão da mensagem.

– São expressão de falta de autocontrole.

– Despertam a raiva na outra pessoa.

– Constrói barreiras no relacionamento e dificultam o aprendizado e cooperação.

– Não se conectam ao coração.

Por que usamos palavras duras?

– Porque temos a falsa impressão de que conseguimos o que queríamos, quando – na verdade – só provocamos uma reação automática de autodefesa.

– Porque aliviamos o nosso coração, esbravejando as nossas frutrações.

– Porque sentimos que precisamos defender a nossa honra e nos deixamos levar pelo orgulho pessoal ao nos sentirmos ofendidos pelo comportamento do outro.

Como usar mais palavras amáveis?

– Comprometa-se com ser uma pessoa melhor. Todos os dias e em todos os momentos. Errou? Decida fazer diferente no segundo seguinte.

– Lembre que o amor é paciente e não busca os próprios interesse. Ele não se ressente do mal, mas olha para o outro como alguém que também pode errar.

– Ao sentir que vai explodir, se afaste. Melhor uma resposta demorada do que uma resposta irada.

– Não deixe de pedir perdão quando errar. Pedir perdão é chato, muitas vezes, mas até essa “sensação ruim” nos ajuda na decisão de não errar mais.

– Lembre-se de que você é um exemplo e também colhe o que planta: se quer ser tratada com amabilidade, seja amável com os outros.

– Encha seu coração de amor! A gente só dá o que tem. Acorde pela manhã lembrando o quanto você ama as pessoas ao seu redor.

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 11 anos, e Ana Júlia, 6 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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