Sobre Filhos receber amigos com filhos Visita a recém-nascido

Visita a recém-nascido: o que fazer e o que não fazer

5 de dezembro de 2014

Visita a recém-nascido precisa de alguns cuidados. Antes de postar aqui, compartilhei estes tópicos (sem explicação mais aprofundada) no Facebook. Muitas pessoas concordaram, mas algumas não gostaram dos itens. E você, o que acha? O que mudaria na lista?

Nunca apareça sem avisar – tanto no hospital quanto em casa.

É legal perguntar se os pais podem receber visitas naquele momento e dar liberdade para ouvir um “não”.

Ah, ligar e falar assim: “Estou com muita vontade de ver vocês. Estou perto da sua casa. Posso passar aí agora?” não é avisar, tá? Ligue e pergunte se eles já estão recebendo visitas e qual dia e horário seria o mais apropriado.

Lave as mãos e pergunte se tem álcool em gel assim que chegar.

Não espere que os pais peçam que você faça isso! Mesmo que não vá pegar o bebê, você vai ficar por perto, mexer nas coisas etc e tal. Recém-nascidos não têm a mesma imunidade que um adulto. Lembre-se disso.

Não peça para pegar o bebê. Espere que os pais ofereçam. 

Nem todo mundo gostar de pegar bebê. E nem toda mãe gosta que peguem o seu filho! Mães de primeira viagem, especialmente, têm a tendência a ser mais superprotetoras. Às vezes, nem ela se sente segura direito de segurar o recém-nascido, quanto mais deixar que outros segurem. Seja compreensivo. Daqui um tempinho, o bebê vai ficar mais firminho e os pais vão implorar para outras pessoas segurarem um pouco, rs.

Não dê beijos no bebê (mesmo nas mãos). 

Gente, saliva cheia de germes e bactérias devem ficar longe do bebê! Vi uma notícia bizarra de um bebê que morreu por contaminação por herpes (por causa de beijo) ainda no hospital. A gente pensa que é bobagem, mas não é!

Evite perguntas inconvenientes e palpites (disfarçados de conselhos).

Deixe que os pais conduzam a conversa pelos assuntos sobre os quais estão confortáveis a falar. Aliás, esta atitude deveria ser para a vida inteira!  

Está conseguindo amamentar? Perdeu peso já? O bebê está dormindo? Estão muito cansados?: são temas super pertinentes, mas que ainda podem causar algum desconforto para os recém papais. Talvez a mãe não esteja conseguindo amamentar e esteja se sentindo culpada. Pode ser que ela queira o seu conselho, mas pode ser que ela não queira nem tocar no assunto! Então, minha sugestão é: faça perguntas genéricas. Comece com “como foi o parto?” e deixe o assunto desenrolar naturalmente.

Faça visitas rápidas.

A menos que os pais insistam, não fique mais do que 15, 20 minutos. Pense que a mãe amamenta a cada três horas inclusive à noite (quando tem sorte, rs). Considerando que ela passe uns 20 minutos amamentando e outros 20 ninando o bebê, considere que ela tem cerca de 2 horas e 20 minutos de intervalo entre as mamadas para viver e descansar. E você não é a única visita que ela vai receber!

Um bônus na visita a recém nascido

Se a mãe precisar amamentar, não fique junto (mesmo que seja mulher) a menos que ela convide. Muitas mulheres, em especial na primeira gravidez, podem ter dificuldades de amamentar. Os primeiros dias são essenciais para “aprender” este momento – tanto mãe quanto bebê. “Plateia” só vai dificultar ainda mais as coisas.

Lembre que o foco desta lista são os recém-nascidos (primeiro mês de vida)! Em um próximo post, vou dar algumas sugestões de dicas de presentes para recém-nascido!

Assine nossa newsletter

Cadastre-se para receber novidades e dicas no seu e-mail

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Cadastre-se para receber novidades e dicas no seu e-mail

Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

Saiba mais

Maternidade Simples 2015 - 2024 - Todos os direitos reservados