Lá em Casa

A minha maternidade real

9 de janeiro de 2020

Não foram uma nem duas vezes que chorei de cansaço. Que passei a noite em claro ou que orei para que uma doença passasse.

Mas também foram muitas as vezes que ri loucamente, fiz e recebi cócegas, fiquei olhando apaixonada para a criança dormindo no berço.

Mais de um vez parei e pensei “será que vou dar conta?”, “será que estou no caminho certo?”, “será que está gostosa essa papinha?”. Mas já comemorei muitos processos bem-sucedidos! Sobrevivi a fases difíceis e cheguei a outras que me surpreenderam com novos desafios.

Mudei de ideia, refiz combinados, passei tardes de domingo de sol em casa e outros dias nublados no parquinho. Fiz torta de legume integral com bolo de chocolate de sobremesa.

Passei por uma fase em que acreditei que a maternidade real era sofrer, chorar, reclamar de cansaço e não encontrar luz no fim do túnel. Mas descobri que só estava sendo (mal) influenciada.

Decidi viver a minha maternidade real. Ainda que, por isso, ouça gente me dizer que eu falo de “teorias irreais”. A minha maternidade real tem alegria no meio do caos, a paz em meio a brincadeiras barulhentas, a capacidade de curtir o silêncio da madrugada – ainda que caindo de sono.

Parei de ver o copo meio vazio, mas também não o vejo meio cheio. Eu decidi que o copo é meu e, por isso, está sempre completo.

Onde faltam horas de sono, forças ou paciência, eu encho com resiliência, gratidão e café. A minha maternidade real é minha, e eu sei bem como ela é!

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O que é maternidade real?

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Moro em Curitiba (PR), sou jornalista, empresária e mãe de duas meninas maravilhosas: Manuela, 10 anos, e Ana Júlia, 5 anos. Um dos meus maiores alvos é tornar a vida mais simples e leve todos os dias.

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