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Dicas Disney com crianças: Dois dias no Magic Kingdom com um bebê, uma criança e uma adolescente

27 de março de 2016

Na nossa viagem de férias (2016), fomos dois dias no Magic Kingdom, no segundo e no quarto dia de parques dentro da Disney. Estávamos eu, meu marido, a minha enteada Gabi (17 anos), a Manuela (7 anos) e a Ana Júlia (1 ano e 10 meses). Reservamos dois dias para o MK por duas razões: o parque é muito grande e tem muitas atrações para as crianças menores. Magic Kingdom com bebê faz todo sentido!!

magic kingdom com bebê

Do ponto de vista dos brinquedos, sinto que a Manuela se divertiu mais no Universal e a Ana Júlia teve mais opções no MK, mas este é o lugar mais mágico do planeta, rs. Não é propaganda, não. Você entra lá e parece que está num mundo à parte. Eu, que sou mais velha e nunca tinha ido, tive vontade de chorar só por estar ali.

Mas vamos ao que interessa, o que nós fizemos por lá.

PRIMEIRO DIA

No nosso primeiro dia de MK, tínhamos extra magical hours – o parque abria às 8h apenas para hóspedes dos hotéis Disney. E chegamos um pouco antes da abertura. Mas entre passar pela revista das bolsas e catraca de entrada não ficamos esperando quase nada.

Antes de o parque abrir, acontece o show de boas-vindas com dança, música e aparição de personagens. É bem em frente a estação de trem.

Como era cedo e o parque estava menos cheio (não significa mais vazio), caminhamos na main street em direção ao castelo da Cinderela para tirarmos foto ali na frente. Neste dia, tinha aquele guindaste atrás. Mas não imaginei que eles iriam tirar no domingo (quando voltamos lá), então, tirei as “fotos oficiais do MK” neste dia mesmo.

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Em seguida, fomos em direção à Fantasyland. A minha ideia era ir nos brinquedos mais tradicionais, que a Ana Júlia pode ir, que não teria fila no início da manhã, mas que fazem longas filas no decorrer do dia. Como eu fiz esta lista? Assim que eu fiz a nossa reserva de viagem, baixei o app My Disney Experience e, sempre que tinha um tempinho, dava uma olhada para ver as filas dos brinquedos. Assim, eu tinha noção de quais atrações estavam sempre no topo das listas de espera.

O primeiro lugar que fomos foi a The many adventures of winnie the Pooh. É um passeio super tranquilo sobre histórias do ursinho Pooh e seus amigos. A Ana Júlia podia ir e gostou bastante. Lembrando que por mais simples que as atrações sejam, elas têm um detalhamento e perfeição incríveis.

Depois fomos ao clássico Dumbo, brinquedo sobe-desce que a Ana Júlia curtiu muito. Em seguida, fomos no The Barnstormer, montanha-russa light para crianças. A Ana não podia ir, mas a Manuela gostou muito.

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Nosso próximo objetivo era irmos no Under the sea, brinquedo da Pequena Sereia, mas ele estava fechado e sem previsão de abrir. Seguimos nosso roteiro e fomos no It’s a Small Word, outro clássico dos parques Disney. É um passeio tranquilo de barco por cenários que representam os países do mundo. O brasileiro Raskapuska (do Beto Carrero) foi inspirado nessa atração.

Depois dele, fomos no Carrossel, mais uma atração que a Ana podia ir. Ou seja, foi um ótimo começo de manhã. Tirando a montanha-russa, ela foi em todos os outros brinquedos.

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Às 10h, nós tínhamos FastPass para o Peter Pan Flight, que também fica na Fantasyland, mas ainda era cedo. Como nós não queríamos sair dessa área do parque porque os espaços são realmente grandes, nós demos um tempinho na área que tem a torre da Rapunzel. É um cenário lindo demais. Aproveitamos para comprar banana para Ana Júlia e pipoca para o resto do grupo.

Nessa hora, a Gabi foi sozinha na Haunted Mansion, casa mal-assombrada, que era logo ao lado. Ela disse que era bacana, mas, como a história era toda em inglês, não entendeu muito.

Enquanto esperávamos, começou a tocar a música da Rapunzel (sabe aquela da festa na vila?) e eu e Manuela ficamos dançando. Essa é uma magia dos parques Disney: você é envolvido em todos os sentidos. A música remete a lembranças especiais, tudo é bom demais!

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Quando deu a nossa hora, fomos ao Peter Pan Flight, que também é um passeio muito tranquilo (e a Ana Júlia pode ir). A ideia é que estamos voando sobre Londres.

Depois disso, tentamos volta ao brinquedo da Pequena Sereia, mas ainda estava fechado. Então esperamos mais um pouco para o nosso FastPass no Seven Dwarfs Mine Train. Essa é uma montanha-russa dos sete anões e é muito, muito legal. Não é tão intensa, mas é um pouco mais radical do que as outras de crianças (como a the barnstormer e a do Picapau, no Universal).

E essa é um exemplo bem claro que, na Disney, as atrações não se resumem ao brinquedo em si. É todo o contexto. Os espaços para as filas são temáticos, todo o brinquedo é cheio de coisas bacanas, música, cenários, detalhes dos mais diversos… É uma experiência completa.

Saímos dali cedo e, como nossa reserva de almoço era só às 12h50, fomos passear na Tom Sawyer Island. A ilha, baseada no personagem de Mark Twain, é um espaço para as crianças explorarem. Mas já aviso que você pode perdê-las rapidinho lá. São minas abandonadas (escuras e assustadoras), além de muitas árvores, pontes e um forte. Para ir e voltar, é preciso pegar um bote que cruza o lago bem rapidinho.

Já era mais de meio-dia, estávamos com calor e fome e, por isso, fomos para nosso almoço no The Crystal Palace. O restaurante é bem em frente ao castelo da Cinderela e estava rolando ali o desfile Move It! Shake It! Celebrate It! Street Party, em que os personagens ficam dançando. Como a Ana Júlia ficou super animada, dançando e batendo palma, fui com ela para distraí-la enquanto aguardávamos o horário da nossa reserva (principalmente porque no dia anterior tinha demorado e ela fez muita cena). Mas não deu cinco minutos e meu marido já sinalizou que tínhamos sido chamados.

Após o almoço, eu programei uma pausa de descanso para voltarmos ao hotel. E todos toparam em ir. Mas, em vez de descansarmos, Jr e Manuela foram para a piscina. Umas duas horas depois já tínhamos que retornar ao parque.

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Space Mountain

Assim que chegamos, fomos para a Tomorrowland, na Space Mountain. Todos tínhamos FastPass e fizemos child swap. Desta vez, fomos eu e meu marido primeiro e, depois, a Gabi e a Manuela. A Space Mountain é uma montanha russa no escuro. É muito bacana. E claro que a Manuela – que agora eu já tinha entendido que é super radical – amou.

Depois dela fomos no Tomorrowland Speedway, uma pista de corrida em que você pilota um carrinho (super difícil de dirigir), em uma pista circular. A Manuela tinha altura para ir, mas não tinha tamanho para dirigir. Não tínhamos FastPass, então pegamos uma fila de uns 20 minutos, também com child swap.

Saindo dali, fomos ao Astro Orbiter, um brinquedo sobe-desce, mas fica em um lugar bem alto. Então, a vista é linda. Já estava no final da tarde e olhar o parque lá de cima foi um presente para os olhos.

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Ah, nessa parte do parque, tem uma “balada” com DJ e os personagens de Os Incríveis. Eles ficam dançando com a galera e dura várias horas.

Já estava no final da tarde e queríamos ir pegar lugar para os shows da noite, mas resolvi parar com a Manuela no Stitch’s Great Scape. É um show no escuro, com efeitos diversos (cadeira balançando, ventinho, água na cara) e som bem alto. Eu tinha lido em vários lugares que as crianças ficam com medo (inclusive, lá, algumas começaram a chorar) e, por isso, eu não queria levar a Manuela – mesmo ela amando o Stitch. Mas, depois da experiência nas montanhas-russas, percebi que ela ia tirar de letra. Realmente, não achou assustador. O problema mesmo é uma hora que fica tudo totalmente escuro por alguns minutos… Até eu fiquei incomodada.

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Saímos dali, encontramos um lugar para sentar e assistir aos shows da noite e fomos – eu e a Gabi – buscar o lanche. Sentamos no meio fio próximo ao castelo da Cinderela para assistir Main Street Electrical Parade, que é um desfile com carros iluminados. Bonito, bacana, mas nada essencial.

Logo em seguida, quando o desfile passou, a gente correu para a frente do castelo. Ficamos na primeira fila e, dali, assistimos ao The Magic, The Memories and You! Esse é o show que transforma o castelo da Cinderela. São diversas projeções, com músicas e narrações, que nos emocionam. Eu gritei, cantei alto Let it Go, chorei como uma boba… Foi lindo! A Manuela olhou para mim e disse: “mamãe, eu estou tão feliz que estou com vontade de chorar”. Melhor definição impossível.

Depois desse espetáculo, acontece o Wishes, show de fogos sensacional. Mas ele é bem atrás do castelo e, de onde estávamos, não conseguíamos ver nem 20%. Ficamos ali mesmo e combinamos que no nosso segundo dia de MK veríamos o show em um lugar melhor.

SEGUNDA PARTE

Nosso segundo dia de MK foi dois dias depois do primeiro. Foi em um domingo, o que significa que o parque estava um pouco mais cheio.

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O show de boas-vindas era bem em frente a essa construção

Nós chegamos às 8h por causa das nossas extra magical hous e, surpresa!, neste dia não tinha. Esperamos até umas 8h40, quando aconteceu o show de abertura e o parque foi aberto. Como a gente tinha se apaixonado pela montanha russa dos sete anões, corremos para lá e ficamos na fila. Esperamos uns 20 minutos. Mas, como eu comentei, vários brinquedos têm jogos e outras distrações durante a fila. Você quase não percebe o tempo passar.

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Quando saímos dali, estava tendo um showzinho de dois apresentadores na pedra com a espada presa (sabe aquela história do A espada era a lei?). Eles chamavam pessoas do público para tentar tirar a espada e ninguém conseguia. Daí chamaram a Manuela e ela conseguiu. Foi muito legal! Todo mundo gritou, aplaudiu, mas ela teve

Continuamos nosso roteiro e, no caminho, encontramos a Fada Madrinha, da Cinderela, e a Manuela quis entrar na fila para tirar foto. A Fada é uma querida, conversa com as crianças, mas o diálogo com a gente foi reduzido porque a Manuela não fala inglês.

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Saímos dali e fomos para The Magic carpet of Alladin, um brinquedo sobe-desce que todo mundo pode ir. Depois, fiquei com a Ana Júlia para o Jr, Gabi e Manuela irem no brinquedo dos Piratas do Caribe. Eles ficaram uns 20 minutos na fila.

Em seguida, fomos todos para a Big Thunder Mountain, uma montanha-russa com temática de velho oeste na Frontierland. Nós tínhamos FastPass. É um brinquedo muito light. Você fica o tempo todo esperando pela descida que nunca vem. Para vocês terem ideia, eu até fui ver se a Ana Júlia não podia ir também, mas a altura não dava.

Enquanto Ana Júlia, Gabi e Jr estavam no brinquedo, eu notei no meu app que tinha um negócio estranho no meu FastPass, um tal de FastPass redeemer. Pedi ajuda para um funcionário no parque e ele me explicou que eu tinha um fastpass para o brinquedo do Buzz, mas a atração estava fechada naquele dia. Então, podíamos escolher qual brinquedo nós quiséssemos de uma lista para termos acesso a qualquer horário daquele dia.

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Splash mountain

Nossa próxima atração – para a qual já tínhamos FastPass – foi a Splash Mountain, a clássica montanha-russa de água. Ela é bem legal e molha bastante, mas não como os brinquedos de água do Universal. Além disso, eu descobri que, dentro da montanha, tem um parquinho perfeito para a Ana Júlia. Foi ótimo para ficarmos esperando. Depois disso fomos para o nosso almoço no Be Our Guest, restaurante dentro do castelo da Bela e a Fera.

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Saindo de lá com a barriga cheia e cansados, resolvemos ir no brinquedo da Pequena Sereia – aquele que encontramos fechado no primeiro dia. Ele é um passeio bem tranquilo por cenas do filme. Pegamos uma fila de uns 30 minutos, mais ou menos, mas sobrevivemos. A Ana Júlia pôde ir e gostou.

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O grand finale do desfile

Depois, fomos para a Main Street porque queríamos ver a Celebrate a Dream Come True Parade. É um desfile com praticamente todos os personagens Disney que acontece às 15h. É LINDA!!! Eu e as meninas amamos. Como estávamos sentadas no meio-fio, vimos tudo bem de pertinho. A gente decidiu não ver essa parada no primeiro dia de MK para que tivéssemos o tempo de descanso.

Terminamos de ver o desfile e fomos aproveitar o nosso fastpass redeemer na Space Mountain, para alegria de todos. Depois, enquanto Jr e Gabi ficaram com a Ana Júlia, que estava dormindo no carrinho, eu e a Manuela fomos encontrar a Tinker Bell, lá no começo do parque, no início da Main Street.

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Após a foto, subimos na estação da Main Street e pegamos o trem. A ideia é só usar como transporte, para não ter que andar tanto, mas descobrimos que o passeio é bem bacana. Há vários cenários e surpresas pelo caminho.

Descemos na estação lá na Fanstasyland, próximo ao Dumbo, e passamos no parquinho de água que tem ali pertinho. Como o Universal, os parques da Disney também têm esses parquinho que jogam e espirram água. Como estava muito calor, a Manuela curtiu. As crianças adoram e os pais chegam a levá-las de maiô e sunga, para se molhar mesmo!

Encontramos o pessoal na Tomorrowland e fomos para a Main Street para fazer um lanche. Compramos algumas coisas no Starbucks, comemos na calçada mesmo e resolvemos voltar à Splash Mountain e, depois, ir no Jungle Cruise. Como já estava quase na hora da Eletrical Parade (que a gente não ia assistir de volta), achei que as filas dos brinquedos ia estar menores. Doce ilusão. Esperamos quase 40 minutos para o Jungle Cruise. É um passeio de barco, numa floresta cheia de mistérios, mas é o típico brinquedo para descansar. Dura uns 10 minutos e quem entende inglês vai se divertir mais com o tio que controla o barco e fica fazendo piadas.

Queria tentar ir novamente na Space Mountain, mas a previsão de fila era grande e perderíamos os shows da noite. Então, fui com a Manuela e a Ana Júlia na clássica xícara maluca, mas sem rodar muito porque eu não curto.

Saímos dali e fomos achar nosso lugar para o show de fogos. Acabamos assistindo ao show do castelo também. E é claro que chorei de volta! Depois fomos embora e, confesso, que estava com uma dor no coração de saber que não voltaria tão cedo para lá.

OUTROS DETALHES

Por que essa ordem dos parques? Eu quis começar com a Universal e terminar na Disney, tipo “fechar com chave de ouro”. Com a ajuda da minha agente, a Lu Misura, vi qual era a previsão de lotação para os parques da Disney e selecionamos cada parque no melhor dia.

App MyDisneyExperience. Se você está programando ir para a Disney, você pode baixar o aplicativo para celular que te permite reunir ali todas as informações da sua viagem, reservas de restaurantes, hospedagem, fastpass etc. Ele também tem os horários de shows, locais para encontrar os personagens e os tempos estimados de fila por atração. Eu usei muito para confirmar  os horários dos meus fastpasses e para confirmar os horários das aparições de personagens. Os parques da Disney têm WiFi grátis, então, fica fácil usar o app.

Além disso, o seu aplicativo serve para reunir as fotos que os fotógrafos oficiais tiram de você ou aquelas que você “marca como sua” na saída dos brinquedos. É claro que se você quiser salvar essas fotos, paga uma taxa “módica” de US$ 169 (era o que estava quando eu fui). Não fiz o download, mas claro que dá uma vontadinha poque você mal sai da atração e já está a foto no seu celular…

Sobre FastPass. Posso falar sobre isso especificamente na Disney, porque não usei na Universal (mas sei que tem). O FastPass é o conhecido fura-fila. Cada pessoa pode selecionar três atrações por dia para obter o passe. Você seleciona o horário e tem uma janela de tempo de uma hora para usar no brinquedo que escolheu. Hóspedes do hotel Disney podem reservar o FastPass com 60 dias de antecedência. O restante dos visitantes do parque, com 30 dias.

Isso é significativo principalmente na alta temporada e para alguns brinquedos bem concorridos. Depois de usar os três FastPass (esses você pode reservar no site ou no app), você pode no parque procurar um quiosque e obter mais um passe. Mas nem sempre tem disponível para os brinquedos mais concorridos.

FastPass é ótimo e torna o passeio muito mais agradável. Tem atrações que são tão concorridas que até como passe a gente espera uns 10 minutos.

Sobre child swap. Também não usei na Universal, mas sei que tem. O child swap é o sistema para revezar a entrada no brinquedo sem perder a fila. Isso é para quem vai com bebê ou criança que não tem altura suficiente para entrar na atração.

Como funciona: o grupo chega no brinquedo e pergunta para o primeiro funcionário da entrada do child swap. O adulto que vai entrar primeiro ganha um crachá e entra na fila (pode ser a tradicional ou no FastPass). Quando chegar lá na entrada do brinquedo mesmo, outro funcionário vai pegar esse crachá e trocar por um ticket que vale para aquele brinquedo, para até três pessoas. Com esse ticket, as pessoas que vão na vez seguinte entram diretamente na fila do FastPass. Esse segundo grupo pode passear, não precisa dicar esperando na frente do brinquedo.

Nós, geralmente, fazíamos assim: eu ia com a Manuela e depois o Júnior ia com a Gabi. No começo, a gente não estava fazendo o child swap porque tínhamos FastPass e as filas estavam mínimas. Depois, quando fizemos a primeira vez e vi que valia para três pessoas, começamos a fazer sempre para a Manuela poder repetir o brinquedo.

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Comentários

  1. Fabricio goulart disse:

    Gostei muito! Muitas boas dicas! A Ana Júlia conseguiu se divertir bastante?? E como são as memórias dela em relação à viagem?
    Fomos em 2018 Eu e a minha esposa em lua de mel, e estamos pensando em voltar com nosso filho em 2020 ou 2021 mas ele vai estar com 1 ou 2 anos.. e temos receio de ser cansativo e ele não poder aproveitar muito.. vale a pena??

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Quem sou

Sou Melina Pockrandt Robaina, filha de Deus, jornalista e mãe da Manuela (6 anos) e da Ana Júlia (1 ano)

Eu sou Melina, mas pode me chamar de Mel. Amo escrever, amo meu marido, amo minhas três filhas e, acima de tudo, amo Jesus. Moramos na Pensilvânia, nos EUA, e, sempre que consigo, gosto de falar sobre minhas experiências, aprendizados e desafios seja na maternidade, na vida cristã ou como imigrante.

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